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terça-feira, 24 de maio de 2011

EVENTOS DA IGREJA

- 25 de Junho - Culto dos Adolescentes - Grupo Kades - 19 Horas.

- 02 de Julho - Palestra Jovem - Tema: Em Busca da Excelencia - A partir das 19 Horas. - Informe-se com o Presidente da Rede Jovem - Dc Alexandro Castro.

- Dias 08 e 09 de Julho - I Acampamento Jovem - "Serra do Vulcão" - Informe-se com o Presidente da Rede Jovem - Dc Alexandro Castro.

- 16 de Julho - Culto da União de Homens - Grupo É na Unção - A partir das 19 Horas

- 23 de Julho - 5º ARRAIÁ DO CRENTÃO - Informe-se com a Pra Lena Silva.

-30 de Julho - 7º ANIVERSÁRIO DO DEPARTAMENTO INFANTIL DA IGREJA - Informe-se com a Presidente do Departamento -  Irmã Renata Souza.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

UMA VIAGEM TEOLÓGICA EM SALMOS

Visão geral

Autores: Moisés, Davi, Salomão, os filhos de Corá, os filhos de Asafe, Etã, o ezraíta, e vários autores desconhecidos.
Data: c. 1440-40.0 a.C.
Propósito: Prover para Israel uma coletânea de cânticos para adoração adequada para diversas situações.

Verdades fundamentais:
• Deus merece louvor.
• Deus protege e resgata os justos quando eles padecem necessidade.
• Deus irá abençoar o obediente e julgar o deso¬bediente.
• A revelação de Deus deveria ser o fundamento da adoração.
• A verdadeira adoração implica uma vasta gama de emoções que é fruto de experiências da vida.

MAIOR LIVRO DA BÍBLIA

O livro dos Salmos é o maior livro da Bíblia. Como evidenciado pelos Salmos 90, 126 e 137, sua escrita levou muito tempo, pelo menos desde o tempo em que Moisés escreveu (1513-1473 AEC) até depois do retorno de Babilônia e provavelmente nos dias de Esdras (537-c. 460 AEC). Assim se vê que a escrita levou aproximadamente mil anos. Mas o tempo abrangido pelo conteúdo é muito maior; começa desde o tempo da criação e narra a história das relações de Yehowah com seus servos até o tempo da composição do último salmo.

Na Bíblia hebraica, o livro é chamado de Sé•fer Tehil•lím, que significa “Livro de Louvores” ou simplesmente Tehil•lím, isto é, “Louvores”. Trata-se do plural de Tehil•láh, que significa “Louvor” ou “Cântico de Louvor”, encontrado no cabeçalho do Salmo 145. O nome “Louvores” é muito apropriado, visto que o livro contém principalmente louvores a Yehowah. O nome “Salmos” vem da palavra Psal•moí, na Septuaginta grega, que designa cânticos entoados com acompanhamento musical. Esse termo é também encontrado em diversos lugares nas Escrituras Gregas Cristãs, como por exemplo, em Lucas 20:42 e em Atos 1:20. O salmo é um cântico ou poema sagrado que serve para louvar e adorar a Deus.

O livro de Salmos reflete organização. O próprio Davi se refere aos “cortejos de meu Deus, meu Rei, entrando no lugar santo. Os cantores iam à frente e os que tocavam instrumentos de cordas iam atrás deles; no meio vinham às donzelas batendo pandeiros. Em multidões congregadas, bendizei a Deus, Yehowah”. (Sal. 68:24-26) Isto explica a expressão freqüentemente repetida: “Ao regente”, que encontramos nos cabeçalhos, bem como os muitos termos poéticos e musicais. Alguns cabeçalhos explicam o uso ou propósito do salmo, ou fornecem as instruções musicais. (Veja os cabeçalhos dos Salmos 6, 30, 38, 60, 88, 102 e 120.) Pelo menos para 13 dos salmos de Davi, tais como os Salmos 18 e 51, os eventos que levaram à composição deles são brevemente relatados. Trinta e quatro dos salmos não têm cabeçalho algum. Pensa-se em geral que a pequena palavra “Sé•lah”, que ocorre 71 vezes no texto propriamente dito, seja um termo técnico para música ou para recitação, embora não se conheça seu significado exato. Alguns sugerem que indica uma pausa para meditação em silêncio ao se cantar ou tanto ao se cantar como ao se tocar instrumento musical. Por conseguinte, não precisa ser pronunciada na leitura.

A autoria dos Salmos
O livro dos Salmos é provavelmente o livro da Bíblia com o maior número de autores.
Davi. - Setenta e três salmos, quase metade do saltério, contém a expressão hebraica le Davi - "De Davi". Embora a preposição le_tenha uma variedade de significados ("ao" ou "para o" mestre de canto, ou "De Salomão" nos títulos dos Salmos 72 e 127), pouca dúvida poderia haver de que neste contexto e em contextos análogos, tenha o sentido do genitivo e de que este seja um genitivo de autoria. Isto está claro no título mais amplo do Salmo 18. Sem dúvida, os Salmos 2, 72 e 95 foram também escritos por Davi. (Veja Atos 4:25, Salmo 72:20 e Hebreus 4:7.) Além disso, os Salmos 10 e 71 parecem ser uma continuação dos Salmos 9 e 70 respectivamente, e, por conseguinte, podem ser atribuídos a Davi.
O Antigo Testamento conserva outras poesias de Davi (2 Sm 1. 17-27; 23.1-7), o reconhece como o "mavioso salmista de Israel" (2 Sm 23.1) e como inventor de instrumentos musicais (Am 6.5). O Novo Testamento também reconhece o Davi histórico cujo "túmulo permanece entre nós até hoje" (At 2.29), conforme declaração de Pedro no dia de Pentecostes.

Salomão, filho de Davi - Rei de Israel é o autor dos Salmos 72 e 127.

Os filhos de Coré - Doze salmos (42-49, 84 e 85, 87 e 88) são atribuídos a esta família levita, descendentes do líder rebelde com este nome, cujos filhos - para maior proveito nosso - foram poupados quando ele morreu por sua rebeldia (Nm 26.10,11). Uma parte desta família ficou sendo porteiros e guardas do templo (1 Cr 9.17ss; cf. Sl 84.10); outra parte, cantores e músicos do coro do templo fundado por Hemã no reinado de Davi. Os levitas companheiros de Hemã, Asafe e Jedutum (ou Etã), dirigiam os corais tirados de dois outros clãs da tribo de Levi (I Cr 6.31,33,39,44).

Asafe - Autor de doze salmos (50,73-83). Asafe era descendente de Gérson, filho de Levi (1 Cr 6.39); nomeado pelos principais levitas como líder de música, quando a arca foi transportada para Jerusalém (1 Cr 15.17,19). Davi o tornou líder da adoração cantada em coral (I Cr 16.4,5). Muitos dos salmos têm títulos, ou cabeçalhos, e estes indicam com freqüência o escritor. Doze salmos são atribuídos a Asafe, evidentemente denotando a casa de Asafe, visto que alguns desses falam de eventos posteriores aos dias de Asafe. (Sal. 79; 80; 1 Crô. 16:4, 5, 7; Esd 2:41)

Hemã - Salmo 88. Hemã foi o fundador do coral conhecido como "os filhos de Coré". Era famoso pela sua sabedoria (1 Rs 4.3l).Talvez tenha sido apenas o escritor deste salmo.

Etã - Salmo 89. Provavelmente é o mesmo Jedutum (Sl 39, 62,77), que fundou um dos três corais de Israel (cf. 1 Cr 15.19; 2 Cr 5.12).
Moisés – O Salmo 90 é atribuído a Moisés, e é bem provável que Moisés tenha escrito também o Salmo 91.

Títulos dos salmos individuais
Os títulos podem ser divididos em cinco tipos bá¬sicos: autoria, históricos, notações musicais, gênero e instruções para o culto. E interessante observar que Hc 3 apresenta um salmo isolado que contém títulos antes e depois do texto do poema. Os títulos de auto¬ria e gênero aparecem antes do salmo (Hc 3.1), mas as instruções com respeito a quem deve fazer uso do salmo (“o mestre de canto”, Hc 3.19) e da instrumenta¬ção (“instrumentos de cordas”, Hc 3•.19) aparecem no final.
Essa é uma indicação de que títulos semelhantes nos salmos podem fazer parte do final do salmo que precede aquele para o qual eles foram listados

A autenticidade destes antiqüíssimos cânticos de louvor a Yehowah é amplamente atestada, estando em completa harmonia com o resto das Escrituras. O livro de Salmos é citado muitas vezes pelos escritores das Escrituras Gregas Cristãs. (Sal. 5:9 [Rom. 3:13]; Sal. 10:7 [Rom. 3:14]; Sal. 24:1 [1 Cor. 10:26]; Sal. 50:14 [Mat. 5:33]; Sal. 78:24 [João 6:31]; Sal. 102:25-27 [Heb. 1:10-12]; Sal. 112:9 [2 Cor. 9:9]) O próprio Davi disse no seu último cântico: “Foi o Espírito de Deus que falou por meu intermédio, e a sua palavra estava na minha língua.” Foi esse espírito que operou nele desde o dia da sua unção por Samuel. (2 Sam. 23:2; 1 Sam. 16:13) Além disso, os apóstolos citaram dos Salmos. Pedro fez referência à “escritura, que o espírito santo predissera pela boca de Davi”, e, em diversas citações dos Salmos, o escritor de Hebreus se referiu a eles como declarações proferidas por Deus ou mediante as palavras: “como diz o espírito santo”. — Atos 1:16; 4:25; Heb. 1:5-14; 3:7; 5:5, 6.




Seminarista Gilcimar de Carvalho Pavão
Igreja Batista Nacional em Jardim Roma
Secretaria Geral de Administração – SGA
Superintendente de Escola Bíblica Dominical
ibnjr@oi.com.br
secretaria.executiva@oi.com.br
“Sorte é o misto de preparo e oportunidade...”

O EXEMPLO DA CORÇA....

Como você imagina uma Corça? Ao perguntar a uma amiga e irmã em Cristo, ela inocentemente imaginava a corça como uma ave, semelhante a uma Garça, outro achava que fosse parecido com um coelho ou uma lebre, outros ainda pensavam ser como uma raposa. Bem, na verdade a corça é um animal extremamente semelhante ao Veado Campestre, para aqueles que já assistiram o desenho animado BAMBI, é exatamente a figura deste personagem.

Uma corça sedenta e exausta caminha pelo deserto. Logo, o animal avista a imagem de um lençol d’água sobre a areia. Começa a correr desesperada ao encontro da única substância que pode matar sua sede.

A corça é um animal de pequena estatura, arisco e de costume migratório. E uma característica interessante: a corça não suporta o confinamento.
É um animal dotado de olfato privilegiado que lhe possibilita sentir cheiro de água a quilômetros de distância. É capaz ainda de perceber, metros abaixo da superfície, a existência de um lençol de água.

Em regiões desérticas da África e do Oriente Médio, empresas construíram quilômetros de aquedutos sob a superfície terrestre. E as corças sedentas, ao pressentirem a água jorrando pelo interior dos dutos, correm por cima das tubulações na tentativa de encontrarem a nascente, ou então um possível local por onde essas águas pudessem ser alcançadas.

Certo poeta descreveu essa cena da corça farejando água, sob a areia do deserto, do seguinte modo: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus.” (Sl 42.1-2.)

Note que nesta passagem, Davi faz uma comparação. A sede dele pelo Senhor era comparada ao anseio de uma corça pelas águas. Em se tratando de um homem “segundo o coração o de Deus”, creio que esta comparação pode servir de parâmetro para nossa própria busca.

Mas, enfim, como é que a corça suspira e anseia pelas águas?
É com desespero. Gritando, correndo, buscando, farejando. Com sede. Com olfato privilegiado para localizar a fonte certa. Continuamente, todos os dias. Não se permitindo acomodar e fugindo do confinamento.

E nós? Estamos desesperados por Deus? Temos sede de sua presença? Temos corrido, buscado e nos desesperado por mais dele em nossas vidas? Temos buscado na fonte certa, diariamente? Ou temos nos contentado com a mediocridade do nosso “confinamento”?

Cada um de nós pode ter seu próprio “confinamento”. Coisas que nos prendem e nos impedem de sair em busca da água fresca que tanto precisamos. Podem ser pessoas, situações ou até mesmo “pequenos reinos” que construímos para nós mesmos (“meu emprego”, “meu ministério”, “meu evento” etc.).
Precisamos, como a corça, sair e correr. Precisamos de olfato aguçado para ir à fonte certa, que é Cristo. Afinal de contas, existem fontes sem água (2 Pedro 2.17), e nuvens sem água (Jd 1.12).

E lembremos das palavras do Mestre: “[...] Quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.” (Ap 22.17.)
Que o Senhor Deus tenha misericórdia de nós e nos guie.


Seminarista Gilcimar de Carvalho Pavão
Igreja Batista Nacional em Jardim Roma
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Superintendente de Escola Bíblica Dominical
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